O difícil é começar.
Depois a gente segue confiante sem se preocupar com vexames ou o uso da crase.
Se eu usasse, com recato, o figurino da minha idade...ki u q!!! Por baixo da minha “pantalona” de elástico na cintura, e da blusa afofada há um bikini estampado com as cores de um verão eterno sem qualquer ameaça de outono. Inverno? Qual?
Sessão Conselhos ao Vento:
Não fumar, usar camisinha, bloqueador solar se usar fio dental, e usar fio dental após refeições (cada um é cada um e respectivamente) . O resto a gente dá jeito.
Quanto à política sejam sempre de direita para que haja uma esquerda. Senão...qual vantagem?
Não entendo absolutamente nada de amor. Fujam, de quem entende. Vai embodear vocês e é ruim de alcova. Sempre.
Aproveitando o “sempre”, sempre discutam a relação mas só depois de muitos bofetões e palavrões. Quando então há motivo para confrontos civilizados. Do contrário será remake de Ingmar Bergman dublado. Porre.
Duvidem do “Virgem” de Maria. Foi só um apelido que pegou.
Creiam que Jesus é O Filho de Deus. E eu sou A Filha.
Judas, espertamente, foi o único que aceitou fazer o papel de bandido – o antagonista muitas vezes supera o protagonista; e, olha aí, quem lembra dos outros apóstolos?
São Judas Tadeu é batata! Pediu, ele comparece.
Se isso não bastar pra vocês entrarem no Céu, podem usar meu nome.
Secção Literatura, quando pode, até é cultura.
Não leio romances – faço. Quá, quá e quá.
Estou a ler (só pra ficar igualzinho ao Português d’além mar, tsk tsk tsk) BREVE HISTÓRIA DE QUASE TUDO, Bill Bryson . Fui atraída pelo irresistível título. Esqueci de dizer que sou fútil, superficial e infantil. Mas não tenho chulé. Talvez por isso.
Voltando. O livro em questão tem assuntos variados que vão do começo do mundo (Big-Bang) ao começo do mundo, num só fôlego e sem um matiz que alivie a monotonia. Mas eu estou gostando e muito. Va savoir!
Depois falo mais, caso vocês se interessem quanto o peso real da Terra ou, sem se entristecerem, tomarem conhecimento da morte de Lavoisier, na guilhotina, em 1793. Mas foi em Paris e na Place de la Concorde. Valeu.
RH – o que fazer?!
A mocinha tá na praia, quase nua, tostando sob um sol cancerígeno, eis senão quando surge O Chato (= magro, baixo, espinhento e pobre); tais características nos informam que ele, O Chato, vai puxar-papo usando 3 palavras - e, aí, beleza.
A mocinha, em defesa indefesa, pode questionar:
- Esse seu “e aí beleza” tem vírgula onde, meu caro? (“ô cara” é vulgar)
Ele não vai responder e com certeza vai se mijar de nervoso. E ela insiste.
- A pergunta procede pelo seguinte; se não tiver vírgula, agradeço o elogio e digo que “aí” é aqui pra vc também , ou você esta se referindo onde eu estou exatamente sentada? Se houver vírgula, obviamente depois do “aí”, lhe afirmo que não há beleza alguma neste preciso lugar.
A essa altura O Chato já está em Mato Grosso do Sul.
Mas, repito, mââââs se vc tá no desvio sexo-amoroso aceita o approach e não reclama, que a coisa ta é feia.
Películas em cartaz – amanhã, meus bens, amanhã.